27 de fev. de 2015

Fechamento do senso do Mountainboard Brasileiro!

Pegas como esse entre Ganso e Bomba são bonitos de ver!
Foto selecionada na primeira edição da Melhor foto do ATB RS 2011
Bueno, “começando o ano de novo”, deixei para postar essa parte do senso agora que as coisas começam a realmente acontecer, tivemos muitas  opiniões e sugestões, e o melhor disso tudo é que todas tinham idéias muito semelhantes e isso sinaliza que as ações sugeridas serão bem aceitas pelos atletas.

Esse fim de semana recebemos ainda um email do Juninho Ribeiro, com várias considerações interessantes de serem lidas e que complementam essas abaixo.  

E aqui as postagens com os depoimentos postados! Parte 1, Parte 2, Parte 3, Parte 4.
Lucas Melo em foto de Matheus Botelho para a Melhor foto do ATB BR 2013
Organizei as idéias/sugestões dividindo elas por itens:

Circuito Brasileiro 2015:

- Desmembrar o Circuito Brasileiro em etapas com menos modalidades explorando o que cada pista tem de melhor: Freestyle (Big Air ou Slope Style) e Speed (Downhill/Boardercross);

- Organizar eventos válidos para o circuito em locais mais centrais com a construção de pistas específicas para a competição. Abrindo assim novas praças, patrocinadores locais e promovendo o esporte.

- Usar a modalidade do downhill speed apenas para tomada de tempo e montagem das baterias do boarder cross, sem distribuir premiação ou troféus. A não ser que a prova seja apenas de downhill speed, como já ocorre em alguns países da Europa.
Essas alterações no formato favoreceriam atletas, organização e público, além de qualificar mais os eventos uma vez que:


Foto de Matheus Botelho, rider Thiago Solon para a Melhor foto do ATB BR 2013
Os atletas

-  Poderiam focar mais no treino e melhorar seu desempenho em uma modalidade apenas.  

- Optar por participar das etapas que envolvem sua modalidade de preferência.

- Andar em pistas em melhores condições

- Receber melhores premiações e que compensem seus investimentos no circuito, e para os PROs, premiação em dinheiro.

- Fazer viagens mais curtas e econômicas, uma vez que o evento seria realizado em menos dias e em datas mais baratas de viajar e hospedar-se. Apesar desse ano termos vários feriadões no calendário.

Galera reunida na Etapa Trilhas do Olimpo/RJ 
Organizadores






- Diminuiriam a carga de trabalho na organização

- Teriam menos pistas para reformar e deixar em condições favoráveis

- Teriam menos custos com troféus, não mais 72 por etapa

- Poderão oferecer melhores premiações, pois não serão mais divididas entres as atuais 72 classificações necessárias para um circuito completo.


Mais tempo para debater as inovações e evolução
Comissão Técnica:

Com eventos mais focados a comissão técnica terá mais tempo para se reunir durante o evento e aprimorar os critérios de julgamento, conversar com os atletas e chegar num consenso sobre notas, validação de manobras e grau de dificuldade. E até mesmo a revisão no regulamento do Circuito.




Foto de Fernando Gazzola enviada para a Melhor foto do ATB 2013 
Nova safra de atletas:

- Organizar competições para iniciantes, separado dos eventos do Circuito Brasileiro, em eventos locais, e com participação especial de atletas do Circuito.

- Organizar também eventos para iniciação, nos centros de treinamento, para os novatos terem uma experiência positiva e segura desde suas primeiras voltas.

- Apresentar o esporte também na sua prática simples e divertida em parques, gramados e pequenas ladeiras para dismistificar a sua complexidade e dificuldade de realizar manobras. Adequa-lo ao propósito dos iniciantes que é a diversão.

Enfim, nada de muito novo de tudo que já foi discutido e pretendido.

Esse tempo que estou morando fora, tenho acompanhado opiniões diversas, e ano passado participei de uma entrevista que o Jason Lee, um dos criadores do esporte e fundador da MBS, deu para o Diego Anderson e o Pierre Louis Nanar para um documentário que eles estão produzindo e nesse bate papo pude perceber que apesar do Brasil ser mais recente no esporte, tem a mesmas dificuldades, dúvidas e pretensões, e como afirmou ele em um dos trechos da conversa, -“o mountainboard tem um potencial imenso, e atrai a atencão de todos, mas o que define seu sucesso é a união dos atletas e empresários na organização das suas ações. Isso fica bem evidente nas movimentações que acompanho ao redor do mundo, os altos e baixos em cada comunidade depende do esforço das pessoas em fazer acontecer! Sempre terá um espaço para o mountainboard, basta alguém querer ocupa-lo com competência e união!


Kako Neme clicado por Tony Dogga. Concorreram na Melhor foto do ATB BR em 2012
E se repararmos bem é assim mesmo que acontece, “bomba onde o cara tá pilhado”!

Queremos agracecer a colaboração de todos e continuar pedindo sua ajuda para mantermos nosso esporte em evolução e o blog sempre com novidades! Segue o debate.

Fiquem atentos a próxima promoção ETR!: A escolha da melhor foto do ATB 2014! Esse ano com um novo formato de votação.

Edições anteriores da Melhor foto do ATB:


2011 - primeira edição, apenas Rio Grande do Sul

2012 - segunda edição, nacional 
2013 - terceira edição, nacional!

Enjoy The Rideeeeeeee!



25 de fev. de 2015

CIRCUITO BRASILEIRO 2015 por: Juninho Ribeiro (AMERJ) - e na sequência o fechamento do senso!


Marcos Ribeiro Cabral Junior - O Juninho - Foto: Fernando Gazzola
Nesse final de semana eu estava fechando o post da conclusão do senso e recebi esse material do Juninho Ribeiro. Ele enviou um e-mail para aproximadamente 20 atletas com o objetivo de aquecer as discussões sobre nossas ações para 2015. Muito bom o conteúdo e vai complementar com tudo que eu já havia reunido. 
O Juninho Ribeiro pra quem não conhece é atleta profissional de Resende/RJ, Completa a equipe Local Trip Mountainboards de Visconde de Mauá/RJ, berço do mountainboard brasileiro. Ele em um estilo inconfundível, contorce ao máximo sua manobras e lá no alto. Ativo no cenário do mountainboard faz anos, anda muito e tem propriedade para falar. Dale!

Juninho no cartaz da Etapa de Vinhedo/SP
CIRCUITO BRASILEIRO 2015
Por: Juninho Ribeiro ( AMERJ )

Acredito que precisamos mudar muitas coisas no circuito brasileiro de mountainboard, para que fique o mais profissional possível, tanto para os atletas que vão para campeonatos como se fosse apenas um role, e para o público que assiste a tudo de forma meio amadora, e um tanto desorganizada, é atleta correndo sem proteção, tudo fora do cronograma do evento, atleta que quer mudar sua categoria na hora da prova, jurado sem conhecimento, regras que quase ninguém respeita, etc. Eu sei que na maioria das vezes estamos fazendo tudo do mountainboard por amor também, mas acredito que pra dar certo temos que fazer de outra forma, então proponho algumas ideias para mudança e discussão de melhorias.

 SUGESTÕES DE REGRAS
Mesmo que aconteçam muitas discussões, debates, e falta de concordância entre os estados e representantes de pistas, algumas regras e requisitos até de segurança acredito que deveriam ser seguidos:
- Devemos criar a Associação Brasileira Mountainboard.

- Todas as pistas que forem sediar uma etapa do circuito brasileiro de corrida devem ter um drop com no mínimo 3 lugares para atletas, e um gate de largada (com madeirinha que cai)

- Nenhum atleta inscrito nas competições pode competir sem pelo menos o uso do capacete.
- Devemos escolher um grupo de pessoas que  mais viajam para as competições para definir as regras de julgamento e treinar para que sigam as regras a risca, dessa forma, um amador pode julgar um profissional sem problemas e vice-versa.
- As pitas de corrida devem ter pelo menos 3 juízes de prova, um na largada, um no meio e outro próximo a linha de chegada.

- Toda pista que sediar uma etapa do circuito brasileiro, devemos incluir no orçamento do evento um painel (banner,ou qualquer espaço que seja dos apoiadores) com todos apoiadores do evento para que o atleta possa dar entrevista, tirar fotos etc nesse espaço, além de ter um fundo para a hora da premiação, e o apoiador possa ter um pouco mais de retorno de sua imagem. Exemplo dos jogadores de futebol que quando acaba um jogo, logo vem uma equipe com um acrílico transparente com adesivos de todos os patrocinadores do evento por trás do jogador enquanto ele da entrevistas.
- O calendário de etapas do ano seguinte deve ser definido e se possível divulgado até o final de Dezembro, ou máximo até meados de Janeiro ( Isso facilita até na hora de buscar apoios e patrocínios, pois TODOS pedem o calendário de competições, e não temos ainda)
- Ambulância.

- Acredito que devemos seguir a sugestão que o Fernando Gazzola passou, realizar apenas uma prova ao invés de 4 provas em uma etapa do circuito, isso fará com que o publico fique mais focado e atendo ao que está acontecendo, entenda tudo e se aproxime mais do esporte, e com que o atleta não fique tão desgastado e tenha que fazer tudo na correria, o organizar do evento não fica abafado com cronograma curto, atletas que chegam atrasados etc. E com isso acrescendo uma parte importante, quase nenhum atleta paga inscrição dos eventos, que é uma grana muito importante para o organizador cobrir uma parte “pequena” dos custos do evento, porem também que não temos muitas premiações e os atletas querem dinheiro como premiação, uma forma disso acontecer é deixar bem claro que TODOS devemos pagar a inscrição e que TODO o dinheiro arrecadado com a mesma será destinado a premiação dos atletas dividido entre o primeiro, segundo e terceiro colocado. Se a Pró paga R$ 50 reais de inscrição, o total desse valor será dividido entre os colocados da pró, e o mesmo com a amador que paga R$ 30 , ou R$ 40 reais não sei ao certo. Essa é uma forma sustentável de conseguirmos dinheiro para os atletas e todos saem felizes.

- Muitas provas em dois ou um dia além de cansativo, fica chato pra quem corre, pois o atleta não consegue realizar o máximo que consegue por estar esgotado, chato pra quem vê pois não entende nada, só vê uma correria pra todos lado, o evento fica sem foco, uma prova por evento é ótimo, e não perdemos atletas que talvez não gostem só de corridas ou só de manobras pois vai rolar dinheiro, então vale a pena ir em todos, pode até rolar mais de uma prova por evento, nesse caso eu já acrescento que vale cobrar por provas, pois dividir um valor baixo pra muitas pessoas é muito ruim, exemplo: 
 Evento de Boardercross

Tomada de tempo no sábado (não precisamos divulgar o Downhill para o púlbico pois o foco é o boardercross )

Corridas oficiais no Domingo a partir das 13:00hs
Inscrição Pro R$ 50,00 reais
Inscrição Amador R$ 30,00 reais (não sei o valor correto)
Premiação as 17:00hs ou até antes, (todos os atletas conseguem esperar a premiação, teremos publico nessa hora também, vai ser tudo rápido e fácil)
 Exemplo 2: Duas provas em um evento
Boardercross e Big Air
Inscrição Pro R$ 50,00 reais POR PROVA ( imaginem 10 atletas da pro pagando 50 reais por prova, temos mil reais, 500 pra dividir entre primeiro, segundo e terceiro BOARDERCROSS e 500 pra dividir entre primeiro, segundo e terceiro do BIG AIR, mesmo que ainda não seja o valor muito alto mas já é alguma coisa, melhor que sair sem nada.)

OBS: Em 2015 teremos esses feriados nacionais de acordo com um calendário que vi na internet. (acredito que são mais do que esses, dependendo do estado e outras condições)
ABRIL:
3 Paixão de cristo (sexta)
4 sábado 
5 Domingo (Pascoa )
21 Tiradentes (Terça)

MAIO:
1 Dia do trabalho (sexta)

SETEMBRO:
7 independencia (segunda)


OUTUBRO:
12 Nossa senhora Aparecida (segunda)

NOVEMBRO:
2 Finados (Segunda)

19 Bandeira (quinta)
20 Consciencia Negra (sexta)


Fs 360º nosebone - Foto: Felipe Correa Tuba


SUGESTÕES
Eu sei que ainda não temos uma associação brasileira de mountainboard, mas podemos entrar em um acordo entre todos os estados para também adquirir alguns materiais para o circuito brasileiro, o que não vai ficar caro pra ninguém, e vai fortalecer o circuito com materiais para as provas. Vamos supor que a primeira etapa de 2015 seja do Trilhas do Olimpo, esses materiais ficam com eles durante a etapa, e devem ser entregues para o representante  da próxima etapa ao final da competição, e assim por diante.


- Foto célula para as provas de corrida. (com isso eliminamos a discussão de marcação de tempo errada )

- Rádio para comunicação.
- Um Narrador oficial do circuito ( todos da A.B.M dividem os gastos de todas as viagens por igual caso não exista patrocínio para esse fim ).
- Cronometros
- Pagar pelo menos um fotógrafo para cada etapa, quem não tiver que faça esse serviço ainda.


SUGESTÃO PARA PREMIAÇÃO
Muitos atletas estão desanimando de competir devido a premiação, então pensei numa forma de fortalecer um pouco mais essa questão. Quase nenhum atleta paga inscrição dos eventos, o que enfraquece muito quem organiza e todo o resto, então proponho para que todos paguem as inscrições é que TODO o dinheiro arrecado com as inscrições seja revertido para a premiação, exemplo: 



- Inscrição da PRO R$ 50,00 reais, se conseguirmos 20 atletas profissionais para um evento = R$ 1.000,00 reais, então podemos dividir dessa forma:
 1º colocado R$ 500,00 
 2º colocado R$ 300,00
3º colocado R$ 200,00
Além de troféus  e/ou medalhas.
E as outras premiações conseguidas por cada etapa, como camisas, e outros brindes podemos também dar aos primeiros colocados, ou melhor ainda, premiar os outros participantes como formar de incentivo a competirem, treinar e continuar participando dos eventos.


Juninho e Tupac na foto que inspirou o cartaz acima.


PRÉ EVENTO
Vejo todos os esportes antes das competições realizarem tipo uma coletiva de imprensa com os atletas e organizadores do evento.  Seria possível tentarmos organizar umas dessas para 2015, fazer a coisa acontecer mesmo, ou forçar para que aconteça haha.
Acredito também que além do briefing feito um pouco antes das provas com os atletas devemos criar um arquivo com as regras, e explicando cada item de cada pista para enviar aos atletas antes da competição para que não aconteça reclamações, discussões ou qualquer desentendimento na hora das provas.

Outras sugestões para todos os atletas e equipes
 Vejo dificuldade em levar as pessoas até nossas pistas para apresentar nosso esporte, os pais podem ser um problema por não confiar seus filhos nas mãos de estranhos em excursões, os filhos podem ser um problema por se machucarem durante o role se não prestarmos a atenção etc. ou seja, uma boa forma de levar nosso conteúdo até as pessoas são os vídeos na internet, um dos maiores meios de comunicação, não apenas vídeos com manobras extremamente radicais, violentas etc, mas vídeos com mais conteúdo, diversão, vídeos engraçados  (não ridicularizando, apenas engraçado de forma divertida) vídeos inovadores, apresentando os picos, a nós mesmos, tutoriais, quanto mais material tivermos de todos melhor nosso retorno em de todos os lugares. Vamos nos mexer galera, estamos parados, o mountainboard não está evoluindo.
O vídeo que fizemos do funny session 2 foi bem falado com pessoas que eu nunca vi na vida aqui na cidade, pessoas  e amigos da minha família perguntando quando será o próximo, eles querem ir etc.



Sugestões para quem organiza o evento
Se no local da etapa não tiver, comida ou bebida podemos entrar em um acordo com donos de locais movimentados do seguimento para que façam um Stand durante a etapa, assim, não só os atletas podem se alimentar e consumir, mas o público também, com isso que for assistir não precisa ir embora pra “almoçar” ou comer qualquer outra coisa.
Vamos tentar produzir camisas relacionadas ao mountainboard e ao estilo de vida que levamos, para expor e montar um local mesmo que simples para vender durante a etapa que está sendo realizada, o organizador ganha, todos ganham.

“Lembranças de um tempo bom”
Não sei se todos lembram, mas,  tive o primeiro contato com o board em 2004, achei lindo o que aconteceu na Local Trip, muuuitas pessoas reunidas com um único propósito, fazer o que amam para serem felizes, que foi a primera competição de mountain que eu vi, fiquei louco querendo fazer a mesma coisa com o sorriso no rosto que todos levavam, as músicas etc. eu comecei realmente a treinar em 2007, e ver caras do Sul, São Paulo, Minas, Rio e Brasília num só lugar foi muito foda. E estamos perdendo essa essência, nós somos isso, tudo bem que precisamos de muitas coisas, mas estamos esquecendo de como é bom. 
Juninho - Big Air Vinhedo - Foto: Assef Ribeiro
Dúvida
Por que raios nosso esporte não se destaca juntamente aos outros esportes radicais como skate, surf, snow etc ?
Por que não estamos nos X-Games, ou em olimpíadas sei lá... e o que fazemos pra isso acontecer ?

É isso galera, vamos manter contato para evolução do esporte que amamos.


OBS: Galera, se eu estiver muito errado, se alguém não gostar do que eu escrevi ou estou querendo passar, por favor, não se ofenda, não estou falando nada para prejudicar, só quero ajudar, e peço desculpas caso alguém se sinta ofendido ou atingido com qualquer coisa aqui. Vamos juntos, o esporte é do caralho, nós somos muito loucos, temos tudo pra fazer acontecer, futebol porra nenhum, a “bagaça” é esporte radical MOUNTAINBOARD POOORRA !!!!!

Marcos Ribeiro Cabral Junior

“Juninho Ribeiro”




24 de jan. de 2015

Com a palavra Carlos Beto Radical Limpa Trilho Alberto Sabino, pra fechar o Senso!

Betão ao lado da sua foto no Parque Città di Maróstica, sua casa
Buenas Riders, to de volta com o assunto, é demorô, mas essa época as coisas andam mais lentas né!
Bom, para encerrar essa etapa do senso e partir para as conclusões, fecho com o papo do Betão, Beto Radical, Limpa Trilho, entre outros "usernames" do CarlosAlberto Sabino, afinal, um cara com tanta atitude e ações em prol do esporte não cabe num só.
Tamanha foi a vontade do Beto em contribuir com todas suas idéias e pensamentos, que ele mandou ver num texto despreocupado, para não perder tempo e nem o fio da meada. 
Confesso que deu um trabalho tentar deixar mais "bonito" o texto a pedido do próprio Betão, então façam como eu, leiam, peguem as idéias com se tivessem num papo com o cara. Vale a pena!

A próxima postagem? A conclusão do senso e vamos abrir os trabalhos pra 2015!

Foto pra Campanha - Limpa Trilho no Senado Foto: Germano Viegas
- "É isso ai Marcio, mandei um relato baseado na REALIDADE, ponto de vista profissional, para te situar da posição do mountain a nivel Brasil, com essas informações você pode montar um texto bonito e interessante para os leitores, faca uma boa diagramacao e boa sorte amigo….."

MOUNTAINBORDS BRASIL........2014
Apos 21 anos de mountainboard no brasil, desde o Genesis observei algumas caracteristicas do esporte, e da cultura.
O MOUNTAINBOARDS é UM ESPORTE SESIONAL, tendo sua sesão uma particularidade de todos esportes radicais que trabalho, sesão de aproximadamente 7 anos, já tivemos 3 ciclos sesionais fechados....ESTAMOS PASSANDO PELO 4º CICLO observado desde o início desse ano.
Betão no Parque Cità di Marostica
Atletas do Brasil todo caem na produção atlética e no interesse pelo esporte, o que seria preocupante se outros esportes de mesmo teor de dificuldade e prazer, caso de todos os Boards Esportes onde já sabemos.


Esportes radicais são esportes que tem ação diretamente no EGO, devido a BUSCA da afirmação no esporte afim de gerar renda, isso acontece pelo incrível e exessivo prazer em pratica-los....estar novamente naquele momento ….naquela posição....sentindo aquela adrenalina, É tão fantástico que todos que iniciam um esporte Radical e é feliz nele (se dá bem), não pensam mais em outra coisa a ponto de com muito pouca experiência (porém por se tratar de algo raro corajoso e de equilíbrio), mesmo com pouca experiência os atletas desses esportes já se consideram PROFISSIONAIS E DOUTOR DO ASSUNTO....e quando são contrariados de alguma forma.....buscam outras atividades que os afastam dos esportes radicais (no início por um tempo, e em pouco tempo PARA SEMPRE).


Isso não é anormal profissionais da área já sabem lidar com essa situação, ai é hora de colocar em prática a rotação e a renovação de adptos ao esporte.... (OS FOMENTADORES).

Juiz sempre presente nas etapas do Brasileiro - essa vez em Vinhendo/SP
            Nunca vi problema algum em outros esportes nessa renovação, mais no mountainboard percebo que os DOUTORES recém-chegados não tem essa visão (O ESPORTE é E DEVE SER ULTRA RADICAL E ASSIM SERÁ VEICULADO), o que sabemos que é lindo porém não resolve a renovação da cultura, e para resolver isso minha sugestão é VEICULAR NAS MIDIAS NAO SO O RADICAL MAIS TAMBEM O SIMPLES GRAMINHA ONDE QUALQUER UM PODE SE DIVERTIR, a mamãe, o papai, a vovó e o filhinho, seja qual for a idade.

Obs: já usamos modelos como esse citado acima em outros esportes com formulas fomentadoras e que deram muito certo....CASO DO DOWN HILL, por ex.....a uns 15 anos atrás levamos os boards para diferentes estados e la incentivamos MULHERES, resultado....O LONG EH O QUE EH HJ....
Jah assisti a baixa do mountainboard por 3 veses e agora pela 4ª vez....e percebo que sempre cai pelo mesmo motivo....EGOs, mas esse ano tem mais um elemento na queda....(INTERESSES), E ESSES INTERESSES ESTAO GERANDO CONFLITOS ESTADUAIS e que aparentemente dá a parecer que o esporte está caindo.
Oficinas radicais em São Bernardo do Campo/SP
Porém outros trabalhos continuam, outras praças fomentadas estão indo de vento em popa, caso do NORDESTE (Piaui, Ceara e Pernambuco), e no sul (caso do Parana e Santa Catarina) e SAO PAULO (que é a maior população de mountainboards da AMERICA DO SUL, onde os atletas não estão muito empenhados nos circuitos brasileiros, logo não se contaminaram e nem percebem o que ocorre hoje no mountainboard nacional esses serão o insumo do levante moral e cultural, novamente do esporte no brasil.
Temos também o POWERKITE....que também está de vento em poupa.
Nesses lugares PRINCIPALMENTE EM SAO BERNARDO, reparo que o interesse por parte das mulheres é mais pela cultura de montanha do que pelo mountainboard, (inicialmente, caso da Lais e outras novas que temos), ai sim dentro da cultura bem explicadinha o MOUNTAINBOARD passa a ser uma âncora para a cultura, está ai a estratégia de trabalho para os profissionais do mountainboard (meu caso), para iniciar no ano (COM METODOLOGIA E OBSERVANDO OS PROGRESSOS).
A CULTURA DE MONTANHA é VASTA, CABE MUITA COISA NELA, é uma cultura totalmente voltada a Natureza e Bons Costumes que é a ONDA do momento, pena que os doutores no esportes não ajudam ….sempre iniciamos na humildade SOZINHOS, o que torna difícil, mais a experiência e o trabalho também estão vencendo essa barreira (sempre contei com a família para fazer as coisas, hoje vou só vou pela formação e profissionalismo no assunto.
1º Avalanche no Brasil, 2007 - Cassiá/MG 
A Funny Session é uma evolução das competições de hoje em dia....muito menos agressivo muito mais equipe.....e muito inclusório,  com provas aparentemente fáceis porém foi aplicada muita técnica para realiza-la em nível competitivo, provas fora dos padrões normais, um sucesso, (POIS TEMOS PROVAS PARA RADICAIS E PARA os FOR FUN), O PUBLICO COMPARECE EM MASSA, e reparei o INEDITO....os deslises da organização não são nem percebidos ou citados pelos competidores, DEVIDO TODOS ESTAREM INTEGRADOS PELA ALEGRIA E FELICIDADE...e não pela competitividade.
O QUE Não ANULA NOSSA NECESSIDADE DE COLHERMOS INDICES E MANTERMOS NOSSA FORMA CONTETITIVA A PONTO DE USO A QUALQUER MOMENTO, pois em outros países o mountainboard passa pelos mesmos problemas que no nosso existem países mais novos no mountainboard que o nosso, caso da SERVIA, la tem mountain há uns 16 anos....eles ainda tem pique para desbravar disputas cerradas, é para Servia por EX que devemos formar e treinar riders de alto nivel.
O brasileiro de Visconde de Maua foi como sempre um show....muita emoção, os melhores amigos do planeta presentes no evento, a galera do sul não estive mas nem por isso não deixou de ter algumas discusses, CALORES COMPETITIVOS, rsrsrsrs, Rafael extressando com o Pangella (ANDRE)....foi comédia, mas lamentável

TODOS OS BRASILEIROS ESTAO ESVAZIANDO CADA VES MAIS....e ao contrário do que eu escutei alguém falar, não aumentou nível não.....os níveis já eram esperados, os melhores níveis não estavam presentes (só Thiago e Lucas), o resto estamos todos iguais, tem Atleta em são bernardo que entraria fácil no podium, só que aqui é mais difícil convencer a galera a participar devido todos estarem nas faculdades....a maioria em faculdades federais então dão preferência a disposição de estudos do que dos esportes (o Giulio está na medicina USP, o Joao Pedro na Geologia USP, o Vini.....tá dando vários tipos de flip....não vi nenhum ao vivo ainda.....tá  fazendo engenharia junto com meu filho na FEDERAL, vejo neles mais um insumo para o levante do nosso esporte....eles são quem vai levar o mountaim pra dentro dessas universidades ai com nossa cultura de montanha, vai ser cash, os mlks são bonitos, ai vem uma menina aqui...outra ali....atrás deles e do mato....ai espero que vire um destino natural enfim

O Campeonato de Sao Bernardo do Campo BRASIL OPEN 2014, 5º ano, 5ª edição.

Cartaz Brasil Open
Time de frente do evento de 2014


Ainda na luta politica para conseguir uma pista pra essa galera....com uma parada na metade e um terreno designado pra gente aqui no ABC, vamos realizar a 5ª edição desse evento OPEN SERIES SBC - 2014, afim de manter acesa a chama dos políticos daqui da minha cidade afim de conquistarmos nosso parque de cultura de montanha, (tá demorando porque o projeto é audacioso e requer investimento forte da prefeitura), no parque temos toda infra que precisamos, e muita midia a disposição, alojamento pros atletas e lanches para todos, tudo de graça, custa apenas um brinquedo ou um pacote de balas para fazermos uma festa em uma comunidade carente daqui da minha cidade.....ISSO TBM EH UM INSTRUMENTO DE FOMENTO, ENFIM....
Estamos indo....bem....como podemos.....
Abraço velho amigo volta logo pro seu pico ne....EH AQUIIIIII....vc deixou FANS aqui em são bernardo viu.....pode voltar....
Carlos A. Sabino Limpa Trilho / Betoradical

Sempre presente no Pódium da Master ao lado de Márcio Daguedes e André Pangella
Tá pra ti! Overall & Oldschool
E um grande amigo com um grande coração! 

4 de jan. de 2015

Hashtag - The Movie

Confesso que não estava muito empolgado em comprar a ultima produção do Dylan Warren e sua crew. A facilidade que temos hoje para assistir vídeos de graça na web acaba deixando a gente mal acostumado.
O Hashtag - The Movie foi lançado primeiramente em DVD depois foi disponibilizado para download por AUD 8,99 (dolares australianos). http://radfacesgarage.bigcartel.com/products

Aconteceu que nesse início de ano eu li a critica muito bem feita pelo Evan Carlson em seu blog o The Dirt e não restou dúvida, leia em - http://www.the-dirt.net/media/hashtag-the-movie-mountainboarding-happened-in-2014/ 
A leitura me motivou a comprar o video. E não me arrependi, o valor não assusta e a produção está exclente.

Hashtag - The Movie fugiu do óbvio, foi para as ruas em busca de obstáculos, criou obstáculos e o resultado ficou muito interessante.

O estilo aussie de andar com certeza responde um pouco das nossas perguntas sobre "para onde vamos". São 22 minutos muito bem aproveitados, editados e com um trilha bem selecionada.
Vale a pena ver e valorizar o trabalho feito. 

Quem anda vai se libertar um pouco da visão das pistas prontas e quem produz vídeos vai curtir o trabalho pesado dos caras para produzir esse.

Nosso esporte está precisando de gente assim, com motivação pra além de andar, produzir material, eventos diferenciados e multiplicar nosso mountainboard lifestyle!

Hashtag - The Movie – fica a dica! Enjoy The Ride!
E para quem não viu as ultimas produções da ETR Coping Block, esses tão aí de graça para curtir- http://enjoytherideforfun.blogspot.com.br/2014/08/atb-coping-block.html

E aqui as produções anteriores do Dylan Warren, essas de graça - http://enjoytherideforfun.blogspot.com/2014/09/tour-lyfe-s-by-dylan-warren.html



26 de dez. de 2014

Video ATB Coping Block - Moab, UT - USA



Mais um capítulo da trip para Colorado e Utah para a gravação do documentário sobre mountainboard do Diego Anderson e Pierre Louis Nanar. Dessa vez em Moab, Utah, em Slickrock, um pico incrível feito de dunas petrificadas e um fundo do mar que secou sabe-se lá quantos mil anos atrás, só o fato de poder descer aquelas montanhas já é um emoção indescritível, guiado pelo locais ainda, nem se fala. E aquela AC Joint Separation que tive no primeiro dia da viagem teve que esperar para doer depois! Enjoy The Ride!



Here is the second chapter of my trip to Colorado and Utah. Now in Moab, in the estate of Utah, in a place called Slickrock - an incredible spot made of petrified dunes and a sea that dried up thousands of years ago. Droping those mountains was an indescribable emotion, being guided by locals was unbelievable. The AC Joint Separation that I had on the first day of my trip had to wait to hurt afterwards! Enjoy The Ride!


25 de dez. de 2014

When life gets muddy, enjoy the ride and merry christmas...


...engaging in the journey, and being thankful for those that you get to travel with on certain parts of that journey. Life truly is about the journey, not the destination!

Quando a vida ficar complicada, curta seus bons momentos e feliz natal...procure engajar-se na sua jornada, e seja grato com aqueles que te acompanham nesses momentos. Lembre-se a felicidade está em todo o caminho, não apenas no destino.